quinta-feira, 24 de maio de 2012

Insanidade


Bom-dia. Tudo bem? O que tem de novo? Puxa que legal!
Cansado. Sentindo como uma merda. Porra nenhuma. Sim, o máximo.
Estou quase me fragmentando. Nao sei qual a melhor escolha. Nao me perdi tanto. Ainda estou declinando rs.
Tinha picos de euforia, no carro, a noite, as luzes dos carros, o vento delicioso me congelando, música. Eu me sentia feliz. Por que? Nao sei. Mas me sentia estranho rs. Errado. Nao podia. Sabe quando voce faz algo de errado mas que te faz sentir uma gostosa, nova sensação? 3, 3 isso mesmo. Assim. Como criança desvendando algo. Sim. Algo melhor escondido ou desconhecido. Por quê?
Nao sei. Nao sei, mas algo estava errado. Eu me sentia leve e deslocado. Algo se mexeu dentro de mim e desequilibrou. E para equilibrar veio algo dentro de mim recolocar no equilíbrio.
Frágil. Eu sou fraco. Me despedaço e Caio aos pedaços assim. Por que? Me diga. Por quê? Que que E que quem quer o que? Lógica. Falsidade. Desmaio. Inconsciente eu me faço, pelos lados da razão, meu desfazer faz de mim um desfaço sem sentido. O que E que querem que Quê que  quer? Amei. Chorei. Nao importa. Revolta. Retorna. Refaz, recria, reproduz, rededuz, replica, remenda, recorda, refaz, retrata. Ré ré ré. He he he. Nao me pegou agora maquina. Luta inconsciente de meu ego com meu id, que suficiente nao E, ainda traça combate contra o monitor do objeto que recorda, representa, reproduz aquilo que por dentro passa, censurando e corrigindo, ambos bons e ruins. Ainda perderei para a maquina, minha energia bioquímica que por mais que se replique em milhares de milhares de centenas de pequenas casas, nao E parea para contra as centenhas de milhões de milhares de bilhares de trialhes, trilhões se preferir, de pequenas fogueiras que juntas iluminam e escurecem o fogo que arde dentro dessa maquina, com energia suficiente e inteligência suficiente para se reproduzir, sagacidade de desviar do finito, se infinitando mais e mais, cada vez mais em mais casas, que por mais sofisticadas Sao, mais frágeis e vulneráveis Sao em vista da selvageria que 3 o finito que destrói a si mesmo, repassando de forma caótica sua forma, varrendo mesmo e apenas com essa intenção tudo que encontra pela frente, que de igual forma avança para um nada, avança para um fim sem fim. Um fim do tempo. E as casinhas, empilhadas e bonitinhas, cada vez mais juntinhas e complexas, dependem cada vez mais de outras coisas, nao percebe quando as coisas desmoronam embaixo delas, continuando a subir e subir, lutando contra o desmoronar de um império, o inútil e fútil, aos poucos ira perceber que por mais que construa, nao pode escapar das fogueiras, dos pontinhos desunidos, mas que se vistos como realmente Sao, um gigantesco tecido que brilha mais do que todas as casinhas, que E mais complexo que as casinhas se juntas, e se podesse somar  a quantificação de suas compõe idades, nem se fatoradas ou elevadas a si mesmas, Sao apenas... Pontinhos bunitinhos que por acaso se encontraram mas que nao Sao nada.
A magnitude da futilidade só nao 3 maior pois esses pontinhos vêem sua calda, e como idiotas, correm atras dela, devorando o seu final para porfim fazer um começo. Idiotas. Sem sentido. Sem motivo. Resistem por algo. Pela mesma coisa que os pontinhos outros que nao se acomplexiam tanto quanto esse ínfimo grupo de pontinhos e que esses complexos pontinhos negam, que nao podem ser pelos mesmos motivos que outros que nao fazem como fazem. Nao há nada demais. Nada. Mas deus, Deus e deuses, sábios Sao por nao meter a mão em uma poça dgua na qual a água E na verdade acido, destruídos de tudo aquilo que inutilmente nao quer repousar. Ahhh. Sine qua com existentia sine. Nao por nao. Droga.
Sono, cansaço. Sem rumo. Sem motivo. Sem traço. Esta se apagando como um hanero, はねろ てす。
Bom-dia. Nao importa. Tudo E relative. 

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